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POL PI

Pol Pi é um artista da dança transmasculino morando na França desde 2013. Ele se interessa por uma compreensão alargada e transviada do que chamamos dança e navega em torno de questões sobre memória, tradução, outros futuros e impermanência, tendo a fragilidade e a intimidade como portos seguros.

Ele é bacharel em música clássica pela UNICAMP e mestre em coreografia pelo Centro Coreográfico Nacional de Montpellier. Antes de conhecer a dança contemporânea, atuou como musico profissional (viola e rabeca) por mais de 10 anos, tendo tocado com Alzira E, Lucina, Mané Silveira, Ivan Vilela, Ná Ozzetti, Tetê Espindola, Déa Trancoso e Ceumar, entre outres. Também estudou teatro e butoh (sobretudo com o Lume Teatro e Yumiko Yoshioka) e trabalhou como ator, diretor musical e compositor para espectáculos de teatro, dança e um curta-metragem, e foi também diretor cênico de duas óperas cômicas.

Entre 2010 e 2013, Pol fez suas primeiras peças coreográficas, apresentadas em várias cidades e festivais do Brasil, como o SESC Pompeia, SESC Bom Retiro, Semanas de Dança / Centro Cultural São Paulo, Festival Panorama e Mostra Rumos Itaú Cultural. Dirigiu e produziu as 5 edições do projeto Free to Fall São Paulo (noite de esboços artísticos) e como dançarino colaborou com ês coreografes Marcelo Bucoff, Clarissa Sacchelli, Holly Cavrell, Keyzettaecia e Juliana Moraes.

Pol Pi © Phil Dera 2.jpg

© Phil Dera

Pol mudou-se em 2013 para a França para cursar um mestrado e acabou ficando. Em 2016 fundou a companhia NO DRAMA em Paris e desde então criou os solos ECCE (H)OMO (2017), ALEXANDRE (2018), ME TOO, GALATÉE (2018), LÀ (2019) e Schönheit ist Nebensache ou a beleza é coisa menor (2021); o trio datadxs (2020) e o quarteto IN YOUR HEAD (2022 - em colaboração com o conjunto musical berlinense Kaleidoskop). Enquanto dançarino, colaborou com Eszter Salamon, Latifa Laâbissi/Nadia Lauro, Pau Simon, Aude Lachaise, Anna Anderegg e Anne Collod.  

 

Apresentou estes espetáculos em diversas cidades da França assim  como na Espanha, Bulgária, Croácia, Bélgica, Alemanha e EUA. Em 2022 realizou uma turnê no Brasil pour 6 cidades depois de 9 anos sem dançar no seu país.

 

Em 2019, Pol foi um dos organizadores e facilitadores de Trans’On’Danse, uma série de workshops de dança por e para pessoas trans, non-binaries, intersexo e em questionamento, realizada em parceria com a associação Acceptess-Transgenres (Paris).

 

Ele também faz parte do Coletive Danças em Transições, junto ao qual realizou o filme E MAR ANHADO (2021).

 

Seu novo projeto «a gruta», produzido pelo programa «Mondes nouveaux» do Ministério da Cultura França, explora o transe enquanto estado de consciência modificada como ferramenta de criação.

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